Fábio Neves - Pedro Almeida - Miguel Hortelão - Tiago Pires

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

As primeiras máquinas de computador

John Napier (1550-1617), escocês inventor dos logaritmos, também inventou os ossos de Napier, que eram tabelas de multiplicação gravadas em bastão, o que evitava a memorização da tabuada.
A primeira máquina de verdade foi construída por Ediin, sendo capaz de somar, subtrair, multiplicar e dividir. Essa máquina foi perdida durante a guerra dos trinta anos, sendo que recentemente foi encontrada alguma documentação sobre ela. Durante muitos anos nada se soube sobre essa máquina, por isso, atribuía-se a Blaise Pascal (1623-1662) a construção da primeira máquina calculadora, que fazia apenas somas e subtracções.
A máquina Pascal foi criada com objectivo de ajudar seu pai a computar os impostos em Rouen, França. O projecto de Pascal foi bastante aprimorado pelo matemático alemão Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1726), que também inventou o cálculo, o qual sonhou que, um dia no futuro, todo o raciocínio pudesse ser substituído pelo girar de uma simples alavanca.
Todas essas máquinas, porém, estavam longe de ser um computador de uso geral, pois não eram programáveis. Isto quer dizer que a entrada era feita apenas de números, mas não de instruções a respeito do que fazer com os números

Os primeiros computadores de uso geral


O primeiro computador electromecânico foi construído por Konrad Zuse (19101995). Em 1936, esse engenheiro alemão construiu, a partir de relês que executavam os cálculos e dados lidos em fitas perfuradas, o Z1. Zuse tentou vender o computador ao governo alemão, que desprezou a oferta, já que não poderia auxiliar no esforço de guerra. Os projectos de Zuse ficariam parados durante a guerra, dando a chance aos americanos de desenvolver seus computadores.
Foi na Segunda Guerra Mundial que realmente nasceram os computadores actuais. A Marinha americana, em conjunto com a Universidade de Harvard, desenvolveu o computador Harvard Mark I, projectado pelo professor Howard Aiken, com base no calculador analítico de Babbage. O Mark I ocupava 120m³ aproximadamente, conseguindo multiplicar dois números de dez dígitos em três segundos.
Simultaneamente, e em segredo, o Exército Americano desenvolvia um projecto semelhante, chefiado pelos engenheiros J. Presper Eckert e John Mauchy, cujo resultado foi o primeiro computador a válvulas, o Eletronic Numeric Integrator And Calculator (ENIAC)[2], capaz de fazer quinhentas multiplicações por segundo. Tendo sido projectado para calcular trajectórias balísticas, o ENIAC foi mantido em segredo pelo governo americano até o final da guerra, quando foi anunciado ao mundo.
ENIAC, computador desenvolvido pelo Exército Americano.
No ENIAC, o programa era feito rearranjando a fiação em um painel. Nesse ponto John von Neumann propôs a ideia que transformou os calculadores electrónicos em “cérebros electrónicos”: modelar a arquitectura do computador segundo o sistema nervoso central. Para isso, eles teriam que ter três características:
  1. Codificar as instruções de uma forma possível de ser armazenada na memória do computador. Von Neumann sugeriu que fossem usados uns e zeros.
  2. Armazenar as instruções na memória, bem como toda e qualquer informação necessária a execução da tarefa, e
  3. Quando processar o programa, buscar as instruções directamente na memória, ao invés de lerem um novo cartão perfurado a cada passo.
Visão simplificada da arquitectura  de Von Neumann.
Este é o conceito de programa armazenado, cujas principais vantagens são: rapidez, versatilidade e auto modificação. Assim, os computadores programáveis que conhecemos hoje, onde o programa e os dados estão armazenados na memória ficaram conhecidos como Arquitectura de von Neumann.
Para divulgar essa ideia, von Neumann publicou sozinho um artigo. Eckert e Mauchy não ficaram muito contentes com isso, pois teriam discutido muitas vezes com ele. O projecto ENIAC acabou se dissolvendo em uma chuva de processos, mas já estava criado o computador moderno.

Arquitectura de hardware

Mesmo que a tecnologia utilizada nos computadores digitais tenha mudado dramaticamente desde os primeiros computadores da década de 1940 (veja história do hardware), quase todos os computadores atuais ainda utilizam a arquitectura de von Neumann proposta por John von Neumann.
Seguindo a arquitectura, os computadores possuem quatro sessões principais, a unidade lógica e aritmética, a unidade de controlo, a memória e os dispositivos de entrada e saída. Essas partes são interconectadas por barramentos. A unidade lógica e aritmética, a unidade de controlo.
o, os registadores e a parte básica de entrada e saída são conhecidos como a CPU.
Alguns computadores maiores diferem do modelo acima em um aspecto principal - eles têm múltiplas CPUs trabalhando simultaneamente. Adicionalmente, poucos computadores, utilizados principalmente para pesquisa e computação científica, têm diferenças significativas do modelo acima, mas eles não tem grande aplicação comercial.

Processamento

O processador (ou CPU) é uma das partes principais do hardware do computador e é responsável pelos cálculos, execução de tarefas e processamento de dados. A velocidade com que o computador executa as tarefas ou processa dados está directamente ligada à velocidade do processador. As primeiras CPUs eram constituídas de vários componentes separados, mas desde meados da década de 1970 as CPUs vêm sendo manufacturadas em um único circuito integrado, sendo então chamadas microprocessadores.
A unidade lógica e aritmética (ULA) é a unidade central do processador, que realmente executa as operações aritméticas e lógicas entre dois números. Seus parâmetros incluem, além dos números operandos, um resultado, um comando da unidade de controlo, e o estado do comando após a operação. O conjunto de operações aritméticas de uma ULA pode ser limitado a adição e subtracção, mas também pode incluir multiplicação, divisão, funções trigonométricas e raízes quadradas. Algumas podem operar somente com números inteiros, enquanto outras suportam o uso de ponto flutuante para representar números reais (apesar de possuírem precisão limitada).
A unidade de controlo é a unidade do processador que armazena a posição de memória que contém a instrução corrente que o computador está executando, informando à ULA qual operação a executar, buscando a informação (da memória) que a ULA precisa para executá-la e transferindo o resultado de volta para o local apropriado da memória. Feito isto, a unidade de controlo vai para a próxima instrução (tipicamente localizada na próxima posição da memória, a menos que a instrução seja uma instrução de desvio informando que a próxima instrução está em outra posição.
A CPU também contém um conjunto restrito de células de memória chamados registadores que podem ser lidos e escritos muito mais rapidamente que em outros dispositivos de memória. São usados frequentemente para evitar o acesso contínuo à memória principal cada vez que um dado é requisitado.

Memória

A memória é um dispositivo que permite ao computador armazenar dados por certo tempo. Actualmente o termo é geralmente usado para definir as memórias voláteis, como a RAM, mas seu conceito primordial também aborda memórias não voláteis, como o disco rígido. Parte da memória do computador é feita no próprio processador; o resto é diluído em componentes como a memória RAM, memória cache, disco rígido e leitores de médias removíveis, como disquete, CD e DVD.
Nos computadores modernos, cada posição da memória é configurado para armazenar grupos de oito bits (chamado de um byte). Cada byte consegue representar 256 números diferentes; de 0 a 255 ou de -128 a +127. Para armazenar números maiores pode-se usar diversos bytes consecutivos (geralmente dois, quatro ou oito). Quando números negativos são armazenados, é utilizada a notação de complemento para dois.
A memória do computador é normalmente dividida entre primária e secundária, sendo possível também falar de uma memória "terciária".
Memória RAM
A memória RAM (Random Access Memory) é uma sequência de células numeradas, cada uma contendo uma pequena quantidade de informação. A informação pode ser uma instrução para dizer ao computador o que fazer. As células podem conter também dados que o computador precisa para realizar uma instrução. Qualquer célula pode conter instrução ou dado, assim o que em algum momento armazenava dados pode armazenar instruções em outro momento. Em geral, o conteúdo de uma célula de memória pode ser alterado a qualquer momento, a memória RAM é um rascunho e não um bloco de pedra.
As memórias RAM são denominadas genericamente de DRAM (RAM dinâmica), pelo fato de possuírem uma característica chamada refrescamento de memória, que tem a finalidade de regravar os dados armazenados em intervalos regulares de tempo,o que é necessário para a manutenção de seu conteúdo. O tamanho de cada célula, e o número de células, varia de computador para computador, e as tecnologias utilizadas para implementar a memória RAM variam bastante. Atualmente o mais comum é a implementação em circuitos integrados.
Memória ROM
A memória ROM (Read-Only Memory) é uma memória que só pode ser lida e os dados não são perdidos com o desligamento do computador. A diferença entre a memória RAM e a ROM é que a RAM aceita gravação, regravação e perda de dados. Mesmo se for enviada uma informação para ser gravada na memória ROM, o procedimento não é executado (esta característica praticamente elimina a criação de vírus que afectam a ROM).

Entrada e saída

Os dispositivos de entrada e saída (E/S) são periféricos usados para a interação-homem-computador. Nos computadores pessoais modernos, dispositivos comuns de entrada incluem o mouse (ou rato), o teclado, o digitalizador e a webcam. Dispositivos comuns de saída incluem a caixa de som, o monitor[3] e a impressora.
O que todos os dispositivos de entrada têm em comum é que eles precisam codificar (converter) a informação de algum tipo em dados que podem ser processados pelo sistema digital do computador. Dispositivos de saída por outro lado, descodificam os dados em informação que é entendida pelo usuário do computador. Neste sentido, um sistema de computadores digital é um exemplo de um sistema de processamento de dados.
Processo este, que consiste basicamente em três fases: Entrada, Processamento e Saída. Entendemos por entrada todo o procedimento de alimentação de informações, que por sua vez serão processadas (fase de processamento) e após isso, são repassadas as respostas ao usuário (saída).
Podemos ter dispositivos que funcionam tanto para entrada como para saída de dados, como o modem e o drive de disquete. Actualmente, outro dispositivo de híbrido de dados é a rede de computadores.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Televisão


  • Origem etimológica da palavra: tele (grego) - distância; visione (latim) - visão;
  • O que é? A televisão constitui um sistema de transmissão de imagens e sons por ondas de radiofrequência. Neste sistema, uma câmara capta as imagens e um microfone os sons, sendo ambos, posteriormente, decompostos em sinais eléctricos. Estes sinais são depois modulados em frequência ou amplitude, isto para poderem ser transmitidos, através de antenas, a longas distâncias. Chegando ao seu destino, os sinais modulados passam por um desmodulador, voltando à sua forma inicial e sendo reproduzidos instantaneamente numa tela, onde surge a imagem, e a partir de um altifalante (sons).
  • O seu surgimento
A ideia de transmitir imagens e sons a longa distância surgiu em meados do século XIX, tendo o inglês Willoughby Smith, em 1873, comprovado que o selénio possuía a capacidade de transformar energia luminosa em energia eléctrica, o que viria a permitir a transmissão de imagens através da corrente eléctrica. Alguns anos depois, em 1884, o alemão Paul Nipkow criou uma espécie de disco com orifícios em espiral, distanciados de forma uniforme entre si, que permitia a subdivisão de um objecto em pequenos elementos que, unidos, formavam uma única imagem.

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Fig.1- Funcionamento do disco de Nipkow.


Já no século XX, em 1906, Arbwehnelt e Boris Rosing, em países diferentes, desenvolveram sistemas muito semelhantes que permitiam a transmissão de imagens e sons por raios catódicos, através da utilização de um espelho.

Com parte da tecnologia necessária já desenvolvida, em 1920, com o inglês John Baird, começaram a fazer-se os primeiros estudos de possíveis transmissões, primeiro do contorno de objectos e depois da fisionomia de pessoas.



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Fig.2 - John Baird. 


Em 1928, surgiu, então, a primeira televisão, a qual produzia ainda imagens de muito reduzidas dimensões. Entretanto, Wladimir Zworykin criou o iconoscópio, instrumento que constituiu uma das primeiras câmaras de televisão, também baseado na utilização de tubos catódicos.


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Fig.3- Iconoscópio de Zworykin.


Finalmente, em Março de 1935, realizou-se a primeira emissão televisiva, a qual ocorreu na Alemanha, sendo transmitidos os Jogos Olímpicos de Berlim. Alguns meses depois, o mesmo aconteceu em França, utilizando-se a Torre Eiffel como posto emissor. Em 1936, foi inaugurada a estação oficial televisiva da BBC (British Broadcasting Corporation). Na Rússia e nos EUA, a televisão entrou em funcionamento, respectivamente, em 1938 e em 1939.

Durante a Segunda Guerra Mundial, devido aos problemas sociais e políticos sofridos, apenas a Alemanha manteve as transmissões televisivas. Contudo, após a guerra, graças aos avanços tecnológicos por ela proporcionados, o uso da televisão tornou-se habitual.

Inicialmente, a televisão era a preto e branco, tendo sido Hebert Eugene Ives o primeiro a realizar, em Nova Iorque, no ano de 1929, a emissão de imagens coloridas, técnica que foi aperfeiçoada por Peter Goldmark, em 1940. Desta forma, as primeiras televisões a cores surgiram no EUA, em 1954, na rede NBC (National Broadcasting Company). O sistema de televisão a cores proposto pela CBS (Columbia Broadcasting System) havia sido aceite pelo governo americano, mas com o surgimento de um novo sistema da RCA (Radio Corporation of America)  que permitia possuir televisões a cores sem precisar de aparelhos novos, foi abandonado o projecto inicial a favor do novo.

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Fig.4- Um dos primeiros modelos de televisão a ser criado.

A partir daí, o desenvolvimento da tecnologia e da engenharia espacial possibilitou o lançamento de um conjunto de satélites artificiais que garantem, hoje, a transmissão de diferentes canais televisivos, todos sensivelmente ao mesmo tempo. Deste modo, já no século XXI, através de esquemas de compressão de imagens e modulação, acabaram ainda por surgir as televisões digitais, as quais possuem muito melhor qualidade de imagem do que as que usam sistemas analógicos.          
           
Portugal
Em Portugal, as primeiras emissões televisivas iniciaram-se em 1957 com a RTP1, tendo os primeiros telejornais surgido dois anos mais tarde. A RTP2 foi o segundo canal a ser criado, isto já na década de setenta. A RTP, por constituir uma empresa estatal, manteve o monopólio da televisão até ao ano de 1992, altura em que surgiu o primeiro canal privado, a SIC, que foi seguido um ano depois, em 1993, pela TVI.
As primeiras emissões a cores foram apenas realizadas no ano de 1980.

De onde vêm as imagens de televisão?

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Curiosidades
 Como eram as primeiras televisões?
As primeiras televisões eram como a que se encontra na imagem e eram uns autênticos imóveis. Embora o ecrã fosse pequeno e as imagens de fraca qualidade, os componentes electrónicos necessários requeriam grandes espaços.

Como são hoje as televisões?
Hoje as televisões não têm nada haver com as primeiras, agora têm uma imagem bastante nítida e a cores e são perfeitamente móveis, existem vários tamanhos uns mais pequenos (na figura) e outros maiores comos os plasmas.
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Porque não nos devemos sentar muito perto da televisão?
Estar perto da televisão é bastante prejudicial para a nossa visão, pois os nossos olhos são bastantes sensíveis. E assim arriscamo-nos a um dia termos que usar óculos. E para além disso se estivermos em pé “coladinhos” ao ecrã não deixamos os outros verem televisão.

A evolução do aparelho de telefone

O telefone foi sem dúvida um dos mais importantes inventos do gênio humano.

O mundo jamais foi o mesmo depois que Graham Bell, em 1876, fez a sua primeira transmissão telefônica.

De lá para cá, embora os aparelhos de telefone tenham mudado, o conceito se mantém o mesmo.

Veja abaixo, alguns aparelhos de telefone, desde o primeiro protótipo de Graham Bell até o aparelho de voz sobre IP, o já quase popular VOIP fone.
Primeiro passo

Durante a Exposição do Centenário da Independência dos Estados Unidos, realizada em Filadélfia, em 1876, Alexander Graham Bell fez os primeiros testes com seu recém-inventado telefone recitando Shakespeare.

Terminal de parede em 1881

Menos de cinco anos após a patente do telefone por Bell, que inaugurou a Bell System - empresa de telefonia que viria a ser a base da atual corporação AT&T, maior operadora telefônica dos EUA - a Ericsson já tinha terminais de parede como esse  funcionando pela Europa.


Telefone doméstico em 1892

Desenvolvidos ainda para um restrito público que tinha acesso a linhas telefônicas, os primeiros aparelhos domésticos surgiram na década de 1890.

Este modelo, conhecido popularmente como "Pé de Ferro", tinha o alarme de chamada localizado na parte inferior do aparelho, além da manivela que fornecia energia.

Modelo para casas em 1893

Assim como o antecessor, este modelo de 1893 tinha a manivela para o fornecimento de energia, mas contava com um acabamento muito mais refinado em seu corpo de madeira.


Telefonista em 1897

Mesmo antes da virada para o século XX, começou o sistema de centrais telefônicas.

Telefonistas trabalhavam em terminais telefônicos como este, instalado pela Ericsson, com capacidade para interligar 25 linhas.


Nascimento do clássico

Em 1931, de olho no crescente mercado doméstico, a Ericsson apresentou o seu telefone de "Bakelite", que se tornou um clássico e foi copiado pela maioria dos aparelhos da época, até o final do século XX.

Além da simplificação do design, com seu fone apoiado no corpo preto, a novidade tinha funções que filtravam os sons captados durante as ligações.


W48, o elegante da Siemens

Usado com freqüência em filmes de detetives, o W48, da Siemens, apresenta um design extremamente conhecido, com seu corpo inteiramente preto e seu grande teclado giratório.


Novos desenhos

Quando o telefone já era um eletrodoméstico popularizado, a Ericsson apostou no design e apresentou o modelo Ericofon, que concentrava todo o aparelho em uma só peça.

O disco onde o usuário discava o número da ligação se localizava na base do aparelho.


O popular Diavox

Outro modelo bastante popular de telefone foi o Diavox, da Ericsson.

Foram os primeiros modelos que trocaram o disco por teclas e suportavam pulso ou tom.

O nacional Multitel

Baseado no clássico modelo desenvolvido pela Ericsson e Siemens, o telefone da empresa brasileira Multitel trazia o teclado giratório e podia ser comprado na cor verde.

Três em um da Panasonic

Representante da evolução dos aparelhos atuais, o KX-TG5433M, da Panasonic, conta com três fones sem fio, com visores LCD, secretária eletrônica, funções viva-voz e identificador de chamadas.

Todos podem ser usados com distância de até 30 metros da base.


Telefone Linksys pela internet

A interacção entre telefonia e internet já permite que aparelhos que usem linhas convencionais sejam substituídos por modelos VoIP.

O CIT 2000, da Linksys conecta-se a redes wireless para fazer ligações pela web.






www.nautilus.com.br